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A RESSONÂNCIA MAGNÉTICA E O CÂNCER DE MAMA

A incidência do câncer de mama tem
aumentado significativamente nos últimos
anos no Brasil e no mundo. Segundo
estimativas do Instituto Nacional do Câncer
(INCA), são esperados mais de 15 mil novos
casos da doença no Estado de São Paulo.
Uma forma eficiente de combatê-la é através
do diagnóstico precoce. As mulheres devem
ter consciência de que precisam realizar com
frequência o autoexame e os exames de
diagnóstico por imagem, como
ultrassonografia e mamografia, métodos mais
convencionais para esse tipo de prevenção.

No entanto, na Mogimagem é realizado também um outro tipo de procedimento para o diagnóstico e
estadiamento do tumor de mama: a Ressonância Magnética (RM). É um método útil em casos de mamas densas
e avaliação das próteses de silicone (rupturas) para pacientes que apresentam fatores de risco para o
aparecimento do tumor e quando há discrepância entre a mamografia e a ultra-sonografia. Os melhores
resultados da RM apontam uma eficácia superior a 80 ou 90% na detecção de lesões menores de 1 centímetro.
De acordo com o radiologista Gustavo Mendes, a Ressonância Magnética é inócua e indolor, podendo ser
repetida quantas vezes for necessário. “O exame é contra-indicado apenas para portadoras de marca-passo
cardíaco, válvulas cardíacas metálicas ou clipes metálicos cerebrais. O tempo de duração varia entre 20 e 30
minutos e a paciente pode retomar suas atividades rotineiras imediatamente após o término do exame”, explica.
“Durante esse período a paciente é monitorada continuamente por câmeras e pode se comunicar com a sala de
comando”, acrescenta.


Vale ressaltar que a Ressonância Magnética não deve ser utilizada como substituta da mamografia no
diagnóstico para o câncer de mama.

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