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RADIOLOGIA: GRANDE ALIADA DA MEDICINA ESPORTIVA

Pessoas que praticam atividades físicas regulares têm mais disposição e energia para encararem a agitação
do dia-a-dia. Mas para garantir o bem-estar e não ser surpreendido com lesões musculares e articulares, é
necessário tomar algumas medidas preventivas. Grandes aliados na detecção precoce são os exames de
diagnóstico por imagem, em especial a ultra-sonografia, a ressonância magnética e a cintilografia óssea. Estes
conseguem identificar desde lesões mais simples e pequenas até as mais severas. Porém, embora a
Radiologia seja essencial na prevenção de inúmeras doenças, não é necessário solicitar exames periódicos
para fazer o rastreamento de lesões, como no caso da mamografia. Mas é recomendável que as pessoas, ao
sentirem dores por tempo prolongado ou decorrente de trauma que as impeçam de exercer suas atividades,
procurem por auxílio médico e realizem exames de radiodiagnóstico.

Exemplos mais comuns da eficácia da Radiologia na Medicina Esportiva
A ressonância magnética (RM) tem a capacidade de realizar uma avaliação global da articulação. Se o exame
diagnosticar uma tendinopatia crônica do tendão de Aquiles ("tendinite"), revelará informações importantes ao
médico do paciente, pois essa alteração no tendão é considerada um fator de risco para rupturas, sejam elas
parciais ou totais. Neste caso, a Radiologia terá um papel fundamental ao fazer o diagnóstico inicial e
fornecerá informações importantes para que o médico oriente seu paciente a evitar uma ruptura no futuro,
uma condição mais séria que a tendinopatia. Outro exemplo da eficácia da RM na identificação de lesões
esportivas é a descoberta precoce da chamada “síndrome do estresse tibial medial”. Além de diagnosticar,
terá ajudado na prevenção de lesões mais sérias, já que o exame revela a graduação da lesão, que vai de I a
III. Essa lesão pode culminar com a indesejável fratura por estresse, que alguns consideram ser o grau IV da
Síndrome. As mulheres acima dos 50 anos que praticam atividades esportivas estão mais sujeitas a esse tipo
de lesão por conta da osteoporose, mas podem se prevenir de complicações com os exames de cintilografia
óssea e RM. O resultado permite um diagnóstico imediato. Outras doenças de base ou lesões podem ser
freqüentes nesses pacientes: osteoartrose e demais doenças articulares crônicas, alterações degenerativas
meniscais, tendinopatias crônicas no ombro, alterações degenerativas na coluna vertebral, entre outras
patologias.

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